terça-feira, 5 de abril de 2011
Pífia
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Quanto?
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Cutâneo.
Abriu lentamente os olhos e focando-o, viu-a com seus cabelos cheirosos, respirando profundamente sob o edredom.
Seus passos se perderam pelo longo corredor até que se ouviu o ruído do elevador.
sábado, 27 de novembro de 2010
Amor Antigo
Eu estava guardado no fundo da gaveta, na pasta de fotos, no perfume, na canção chamada de “nossa música”, enfim, num linear de tempo e espaço em que a mais tênue fagulha me faria explodir como um vulcão que dormia esquecido, porém pronto pra devastar novamente sua vida, seu novo romance e macular a sua alva paz.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Asas
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Faz de conta que é pra sempre
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Retratos
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Roletatividade.

quarta-feira, 14 de julho de 2010
Quero ser um pouquinho seu.

quinta-feira, 17 de junho de 2010
O Balão Amarelo.

Depois de esperar meia hora pela “próxima brisa”, lá se foi meu balão amarelo a experimentar a liberdade de voar. Tinha desenhado uma carinha feliz e preso a ele bailava uma fita azul.
De lá de cima, beijando as nuvens e se requebrando ao sabor do vento, deu bom dia às sementes de dentes de leão, às pipas desafiadoras e brincou de flutuar com urubus graciosos.
Passou por mim tão contente que ao me girar rápido ainda consegui ouvi seu riso, mesmo de longe.
A favor do vento, rodopiou e se encheu de perfumes que eu não conheço.
Viu a Terra com cores e tons que eu não imaginava existir.
Me contou que teve medo, mas foi levado carinhosamente por milhões de mãos a mergulhar num céu que não era de brigadeiro, mas era digno de qualquer autoridade.
Abraçado pelo calor quente de uma tarde de sol, com a claridade que não ofusca nada e sim, torna nítida cada cor e toda forma, quase viu as verdades escondidas por trás das súplicas que subiam aos santos, os quais acenavam e o desejavam “boa viagem!”.
Seguiu seu itinerário, rio e se divertiu com as amizades que fez e com tudo que conheceu e aprendeu.
Mas como um pirulito a aventura teve fim.
Ele voltou. Me contou essas e muitas outras peripécias e me incumbiu de retransmiti-las.
E agora, cá estou eu.
Prazer! Sucursal de quem vive e sabe viver.
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Foto roubada descaradamente de Gerson Rossi. rsrs





